Qualquer gestor financeiro busca otimizar a pilha de softwares (software stack) da empresa para reduzir custos operacionais. No campo da gestão fiscal, o Arquivei (Qive) é uma das ferramentas mais lembradas. No entanto, muitas empresas têm dúvidas sobre como sua precificação funciona e se o valor cobrado compensa os benefícios operacionais.
Neste artigo, explicamos de forma transparente como os planos do Arquivei (Qive) são estruturados, os custos ocultos de integrar sistemas e como fazer o cálculo real de retorno sobre o investimento (ROI) ao escolher um gerenciador de XML.
Como funciona a Precificação do Arquivei (Qive)?
A Qive (Arquivei) não publica tabelas fixas e simplificadas de preço para todos os níveis, preferindo o modelo de propostas personalizadas para faixas de uso. A precificação baseia-se principalmente em três pilares:
- Volume de Notas Consultadas: O principal fator. A mensalidade do plano é categorizada pela quantidade de documentos fiscais (NF-e, CT-e, NFS-e) que a plataforma precisa capturar e guardar por mês. Se sua empresa ultrapassa o limite da franquia contratada, podem ser aplicadas tarifas adicionais de excedente ou a necessidade de upgrade de plano.
- Número de CNPJs (Matriz e Filiais): Empresas com múltiplos CNPJs ou filiais pagam taxas adicionais para gerenciar todas as entidades na mesma conta corporativa.
- Módulos Adicionais e Integração: Módulos mais complexos de relatórios financeiros e acesso de APIs para conexão com ERPs geralmente exigem pacotes corporativos mais caros.
Custos Adicionais: A Armadilha da Integração
Ao avaliar o preço do Arquivei, não se limite apenas à mensalidade cobrada por eles. Considere a integração: para as notas fiscais capturadas de fato alimentarem seu contas a pagar ou contabilidade sem digitação manual, você precisará conectar o Arquivei ao seu ERP.
Essa conexão pode gerar:
- Custos extras cobrados pelo fornecedor do seu ERP para homologar a API.
- Mensalidades adicionais de conectores prontos fornecidos por integradores terceiros.
- Custo interno de desenvolvimento de software e horas de suporte para monitorar possíveis falhas na transmissão das notas entre os dois sistemas.
Como Calcular o ROI de um Gerenciador de XML?
Para saber se o investimento vale a pena, aplique a seguinte fórmula básica de ROI:
Economia de tempo de funcionários (em horas digitando notas x custo da hora) + Redução de multas por notas frias e atrasos na manifestação - Custo total da ferramenta (assinatura + manutenção de integração) = Benefício Real.
Fideflow Fiscal: Captura Sem Custos de Integração
Se a sua empresa deseja uma ferramenta robusta e quer fugir da complexidade de contratar múltiplos sistemas, o Fideflow Fiscal (Flow Fiscal) propõe um modelo simplificado.
Como o Fideflow é um ERP que já conta com a captura de XML e automação fiscal integrada de forma nativa, você elimina completamente o custo secundário de integração de sistemas. O valor do módulo fiscal do Fideflow é extremamente competitivo e perfeitamente dimensionado para pequenas e médias empresas, eliminando a dor de cabeça de cobranças surpresa por pequenos aumentos no tráfego de notas fiscais.
Conclusão
O Arquivei (Qive) oferece uma ótima plataforma de nicho para empresas com sistemas legados rígidos. No entanto, para PMEs que buscam eficiência, controle financeiro integrado e custos de licenciamento claros, o Fideflow ERP resolve todo o fluxo (da consulta de notas à emissão e contas a pagar) em uma assinatura única, transparente e de altíssimo retorno sobre o investimento.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Vale a pena contratar um gerenciador de XML separado do ERP?
Apenas se o seu ERP atual for rígido e não possuir captura nativa. Caso contrário, ERPs com automação fiscal nativa reduzem custos e eliminam taxas extras de API.
Como é cobrada a mensalidade do Arquivei (Qive)?
A precificação é baseada principalmente na faixa de volume mensal de notas consultadas, número de CNPJs e no uso de integrações de API.
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