Se você já buscou por soluções de guarda e consulta de XMLs de notas fiscais no Brasil, certamente se deparou com a marca Arquivei. Há alguns anos no mercado, a empresa tornou-se sinônimo de consulta automatizada na SEFAZ. Recentemente, contudo, a marca passou por um rebranding completo e agora se chama Qive.
Essa mudança vai muito além de um novo logotipo e uma nova paleta de cores. Trata-se de um reposicionamento estratégico. Neste artigo, explicamos o que motivou a mudança para Qive, quais são as novas ferramentas disponíveis e o que isso significa para quem busca um software fiscal para sua empresa.
Por que o Arquivei virou Qive?
O nome "Arquivei" remetia diretamente à ideia de arquivo — ou seja, um repositório passivo onde as notas fiscais são guardadas após a emissão para cumprir a obrigatoriedade da lei de armazená-las por 5 anos.
Porém, à medida que a plataforma evoluiu, ela passou a agregar inteligência aos dados contidos nas notas. O XML de uma nota fiscal de entrada traz informações valiosas de compras, preços unitários, tributação e dados de fornecedores. A mudança para Qive sinaliza esse foco em ir além do arquivo, oferecendo análises de dados, conciliação e soluções mais próximas do setor financeiro.
O que mudou na prática da plataforma?
Para os usuários, a transição trouxe uma nova interface gráfica e novos focos de produto:
- Foco em Inteligência Financeira: A Qive passou a destacar ferramentas que usam os dados das notas fiscais para gerar relatórios de compras, evolução de preços e fluxo de caixa.
- Integrações Ampliadas: Expansão na oferta de conectores de API e integrações homologadas com grandes sistemas corporativos.
- Controle de Entrada de Mercadorias: Funcionalidades adicionais para conferência física e recebimento de cargas através do XML da NF-e.
O que isso muda para o cliente atual e novos assinantes?
Em termos contratuais e básicos de funcionamento, a essência continua sendo a consulta de documentos direto da SEFAZ nacional com o uso do certificado digital A1. No entanto, o foco corporativo em ferramentas financeiras complexas também trouxe planos de assinatura mais robustos e estruturados.
Onde entra o FideFlow / Flow Fiscal?
Enquanto a Qive se posiciona como um hub de inteligência de compras e financeiro alimentado por XMLs, muitas empresas preferem resolver o problema fiscal de forma simplificada e integrada no ERP do dia a dia.
O Flow Fiscal do FideFlow ERP foca na eficiência operacional direta:
- Consulta automática de NF-e, CT-e e NFS-e sem limites complexos de planos de volume.
- Manifestação automática de destinatário configurável em lote.
- Importação nativa e direta da nota recebida para o contas a pagar e estoque, sem precisar configurar integrações externas.
Assim, o FideFlow se apresenta como uma alternativa prática e econômica para pequenas e médias empresas que querem resolver a captura de XML e a entrada de notas fiscais sem contratar plataformas acessórias caras de inteligência.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Por que o Arquivei mudou de nome para Qive?
Para refletir sua evolução de um arquivo passivo de XMLs para uma plataforma ativa de inteligência financeira e gestão de compras.
O serviço básico de consulta na SEFAZ mudou com a nova marca?
Não, a captura padrão de NF-e, CT-e e NFS-e usando o certificado digital A1 na nuvem continua funcionando normalmente.
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