Como consultar um CT-e pela chave de 44 dígitos no portal da SEFAZ, no DistDFe e no FideFlow, e baixar XML e DACTE.
Tags XML envolvidas:
<chCTe> <infCte> <protCTe> <cStat> <nProt>A chave de acesso do CT-e tem 44 dígitos e identifica de forma única o documento na base da SEFAZ. Ela é montada com UF, ano e mês, CNPJ do emitente, modelo 57, série, número, tipo de emissão e código numérico, mais o dígito verificador. Quem tem a chave consulta a situação, o protocolo e, com certificado, o XML completo. Sem a chave, o caminho é o DistDFe pelo CNPJ do tomador ou do emitente.
A consulta pública no portal nacional do CT-e pede a chave e um captcha. O retorno mostra se o documento está autorizado, cancelado, denegado ou não localizado, além de data de autorização e protocolo. Essa tela não entrega o XML assinado para guarda. Para arquivo fiscal de cinco anos, use o download autenticado com A1 ou a captura automática do FideFlow.
No XML, a chave aparece no atributo Id de infCte (prefixo CTe + 44 dígitos) e no grupo protCTe depois da autorização. cStat 100 indica autorizado; 101 cancelado; 110 denegado; 301/302 uso denegado por irregularidade. nProt é o número do protocolo. Se você só tem o DACTE impresso, a chave está no código de barras e no rodapé do documento auxiliar.
O DistDFe de CT-e entrega ao CNPJ interessado os documentos em que ele figura como tomador, remetente, destinatário ou outro ator previsto na NT. A consulta avança por NSU. Repetir o mesmo ultNSU ou baixar a mesma chave em loop dispara a rejeição 656 (consumo indevido). O FideFlow consulta em janela, grava o XML e não reprocessa NSU já concluído.
Empresas que tomam frete todos os dias não deveriam depender de e-mail da transportadora. O XML que chega por e-mail pode ser o autorizado, um rascunho ou um cancelado. A fonte da verdade é a SEFAZ. Com o certificado no FideFlow, o inbox de CT-e lista chave, emitente, valor da prestação, chaves de NF-e vinculadas e a situação atual, e gera DACTE sob demanda.
Se a consulta pública não achar a chave, confira transposição de dígitos, modelo (57 versus 67) e ambiente. Chave de homologação não existe em produção. Chave de NF-e (modelo 55) não consulta CT-e. Outro caso: o emitente ainda não transmitiu, e o DACTE em mãos é pré-visualização. Peça o protocolo ou aguarde o DistDFe.
Contadores usam a consulta por chave para fechar o mês: cruzar o CT-e com o conhecimento no contas a pagar e com as NF-e da carga. O FideFlow persiste as chaves de NF-e extraídas do XML do CT-e e alerta quando existe frete sem nota no manifesto. Esse cruzamento é o que evita pagar frete de mercadoria que não entrou no estoque.
Ferramentas avulsas de “consulta CT-e grátis” costumam pedir a chave e devolver um HTML. Elas não resolvem volume, não guardam o XML no padrão do SPED e não registram desacordo. Para operação contínua, a consulta autenticada e a guarda no ERP são o caminho. O leitor de XML online do FideFlow ajuda a inspecionar um arquivo pontual sem enviar o conteúdo ao servidor.
Resumo operacional: (1) leia os 44 dígitos do DACTE ou do e-mail; (2) consulte a situação no portal; (3) se for tomador, baixe o XML via DistDFe ou pelo painel; (4) confira cStat e nProt; (5) vincule às NF-e; (6) só então lance o título. Se o CT-e estiver cancelado, não pague. Se estiver autorizado com valor diferente da cotação, abra o fluxo de desacordo.
A landing /ctes do FideFlow é o produto para quem recebe CT-e contra o CNPJ. Este guia é a camada educativa da consulta. Os outros artigos do cluster cobrem emissão, cancelamento, CCe, tomador, complementar e a diferença para o MDF-e. Interligar esses temas reduz a busca fragmentada e leva o time fiscal ao passo certo sem misturar modelo 57 com modelo 58.
| Campo | Detalhe |
|---|---|
| Tamanho da chave | 44 dígitos |
| Prefixo no XML | CTe + chave no Id de infCte |
| cStat autorizado | 100 |
| cStat cancelado | 101 |
<CTe xmlns="http://www.portalfiscal.inf.br/cte">
<infCte Id="CTe35260800000000000000570010000000011234567890" versao="4.00">
<ide>
<mod>57</mod>
<tpCTe>0</tpCTe>
<toma3>
<toma>0</toma>
</toma3>
<CFOP>5353</CFOP>
</ide>
<infCTeNorm>
<infCarga>
<vCarga>10000.00</vCarga>
<proPred>Pecas</proPred>
</infCarga>
<infDoc>
<infNFe>
<chave>35260800000000000000550010000000011234567890</chave>
</infNFe>
</infDoc>
</infCTeNorm>
<vPrest>
<vTPrest>1500.00</vTPrest>
<vRec>1500.00</vRec>
</vPrest>
</infCte>
</CTe>
Ela está no DACTE, no XML (Id de infCte) ou no e-mail da transportadora. Confira se o modelo é 57.
Use o portal nacional do CT-e para ver autorizado, cancelado ou não localizado e o protocolo.
DistDFe ou consulta autenticada. A tela pública não substitui a guarda do arquivo assinado.
Confira prestação, tomador e chaves de NF-e antes de lançar o contas a pagar.
Conecte o A1 e deixe o inbox receber os CT-e do CNPJ sem pedir XML por e-mail.
44 dígitos, no mesmo padrão da NF-e, com o modelo 57 no bloco correspondente da chave.
A consulta pública mostra a situação. O XML completo para guarda exige certificado ou o envio do emitente.
É o serviço da SEFAZ que distribui ao CNPJ os CT-e em que ele é parte interessada, avançando por NSU.
Consultas repetidas da mesma chave ou do mesmo NSU estouram a cota. Use fila e intervalo, como o FideFlow.
Com o certificado A1, o robô DistDFe baixa o XML, extrai chaves de NF-e e coloca o documento no Radar Fiscal.
Receber CT-e no FideFlow Baixar XML de CT-e CT-e OS modelo 67 Obrigatoriedade do MDF-e como emitir CT-e cancelar CT-e carta de correção CT-e tomador do CT-e desacordo CT-e CT-e complementar CT-e vs MDF-e