Como consultar a situação de um CT-e pela chave no portal oficial e distinguir essa verificação do acesso autorizado ao XML e da distribuição por NSU.
Publicado pela FideFlow. Revisado em .
Tags XML envolvidas:
<chCTe> <infCte> <protCTe> <cStat> <nProt>Para consultar CT-e pela chave, localize a chave de acesso no DACTE ou no XML e utilize o Portal Nacional do CT-e ou o serviço da SEFAZ responsável. Confira a identificação da prestação e a situação apresentada. Consultar uma situação, obter o XML e organizar documentos recebidos são tarefas diferentes; a chave não concede acesso irrestrito aos arquivos de qualquer empresa.
Copie a chave completa, sem confundi-la com o número do CT-e, o protocolo ou uma chave de NF-e. Confira o modelo e o ambiente do documento. Uma consulta que não localiza o CT-e exige verificar os dados informados e, quando necessário, solicitar esclarecimentos e o protocolo à transportadora. Não conclua que houve fraude ou cancelamento apenas porque uma tentativa não trouxe resultado.
A consulta pública ajuda a conferir a existência e a autorização do documento. Para guardar ou importar o arquivo, solicite o XML ao emitente pelo meio combinado entre as partes ou use uma integração autorizada. Uma tela de consulta, um PDF ou um DACTE não são o próprio XML. Não envie certificado e senha a uma ferramenta só porque ela promete consulta gratuita pela chave.
A distribuição CTeDistribuicaoDFe utiliza certificado e regras de acesso por interessado. A NT 2015.002 v1.05 descreve consultas por NSU, não um download universal por chave. Documentos ficam disponíveis por até três meses após recepção pelo Ambiente Nacional. O emitente não recupera seu próprio CT-e por esse fluxo; deve preservar o arquivo de emissão. Para terceiros autXML, chaves de documentos relacionados podem vir mascaradas.
Na distribuição, 137 significa que nenhum documento foi localizado nessa solicitação; 138 indica documentos localizados. Esses códigos não são a situação fiscal de cada CT-e. Quando ultNSU alcança maxNSU, a nota técnica orienta aguardar ao menos uma hora. Buscas sucessivas por registros já disponibilizados podem gerar 656, consumo indevido. Coordene os sistemas que consultam o mesmo interessado e evite reiniciar a busca repetidamente.
Leia o retorno no contexto do serviço utilizado. O protocolo original de autorização não elimina a necessidade de conferir eventos posteriores. O MOC 4.00 retirou a denegação do fluxo atual; códigos históricos não devem ser apresentados como resultados esperados de toda consulta nova. O fragmento abaixo serve apenas para reconhecer campos: não é um retorno real nem comprova a situação de qualquer documento.
Depois da conferência fiscal, compare a prestação com contrato, cotação, entrega e cobrança. Um CT-e autorizado não demonstra sozinho que o valor deve ser pago; um cancelamento também não resolve por si só toda obrigação comercial. Divergências precisam ser examinadas pelas equipes responsáveis. Não registre desacordo nem outro evento apenas porque um valor parece diferente, sem conferir fatos e requisitos.
No Flow Fiscal, avalie os recursos para organizar CT-e recebido, os requisitos de conexão e os limites do plano. A consulta pública por chave pode atender à verificação pontual; a captura exige configuração e documentos disponíveis à empresa. A prévia do FideFlow ERP continua em desenvolvimento. Este guia não promete emissão liberada, histórico integral, sincronização instantânea nem substituição da conferência humana.
| Campo | Detalhe |
|---|---|
| Consulta pública | Verificação por chave no portal oficial |
| Arquivo fiscal | XML obtido do emitente ou por acesso autorizado |
| Distribuição por NSU | Documentos disponíveis ao interessado; não consulta irrestrita |
| Conferência comercial | Prestação, contrato e cobrança avaliados separadamente |
<!-- Exemplo didático incompleto; não é resposta real da SEFAZ. --> <retConsSitCTe> <cStat>100</cStat> <xMotivo>Autorizado o uso do CT-e</xMotivo> </retConsSitCTe>
Use o DACTE ou o XML. Confira o documento e não confunda chave, número e protocolo.
Acesse o Portal CT-e, informe os dados pedidos e confira a identificação da prestação.
Examine o resultado atual. Uma cópia antiga do protocolo não descreve necessariamente todos os eventos posteriores.
Combine o envio do XML com a transportadora ou utilize uma integração autorizada, respeitando seu escopo.
Compare documento, prestação e cobrança com os responsáveis. Preserve arquivos e eventos conforme as obrigações aplicáveis.
No DACTE ou no XML do documento. Use a chave completa de 44 posições e confira se corresponde ao CT-e pretendido, em vez do número do documento ou do protocolo.
Não. A consulta verifica informações do documento. Para obter o XML, combine o envio com o emitente ou use um acesso autorizado que atenda ao seu caso.
Não. O acesso depende do interessado, do certificado e dos documentos disponíveis. A distribuição por NSU não é uma consulta irrestrita por chave.
Não. Na distribuição, 137 descreve o resultado da solicitação, não um cancelamento. Verifique a situação do CT-e no serviço apropriado.
Interrompa repetições automáticas e examine a sequência das consultas e o motivo retornado. Não tente resolver reiniciando continuamente o NSU.
A autorização fiscal não substitui a conferência da prestação, do contrato e da cobrança. Encaminhe divergências aos responsáveis antes de decidir.
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